terça-feira, 27 de maio de 2008

NOVELA: VÉU DE NOIVA (1969/70)

Véu de noiva é uma telenovela brasileira, produzida e exibida pela Rede Globo entre 10 de novembro de 1969 e 27 de julho de 1970. Foi escrita por Janete Clair, dirigida por Daniel Filho e teve 221 capítulos.

Foi produzida em preto-e-branco. Relata a história de Andréa, uma jovem humilde, que desfaz o noivado no dia do casamento, ao descobrir que seu noivo Luciano ama sua irmã Flor. Andréa encontra então o verdadeiro amor no corredor de automóveis Marcelo Monteserrat.

Flor tem um filho e o entrega a Andréa para que ela o crie. Mais tarde,impossibilitada de engravidar novamente, quer o filho de volta. Tem início então a disputa das duas irmãs pela guarda da criança.Véu de noiva marca a estréia de Regina Duarte na TV Globo.

É inspirada na radionovela escrita pela própria Janete Clair para a Rádio Nacional, que por sua vez se inspirou em um anúncio de jornal, onde um véu de noiva era oferecida para venda. A telenovela explodiu em todo o país, inovando ao mostrar as belezas naturais do Rio de Janeiro e lugares da moda, como bares e boates da cidade.

Os diálogos curtos e a linguagem coloquial fez despertar o interesse do público jovem. Foi a primeira novela da TV Globo a ter sua trilha sonora lançada comercialmente. Por volta do 30º capítulo, Geraldo Del Rey decidiu sair da novela, pois havia recebido convite para trabalhar na TV Tupi. Para resolver o problema, Janete Clair iniciou a longa série de assassinatos das telenovelas, surgindo o famoso brodão: "Quem matou ....?" (no caso, "Quem matou Luciano?").













A disputa pela guarda da criança mobilizou o país, então Daniel Filho teve a idéia de realizar um julgamento de verdade em cena. Para isso convidou o juiz Eliézer Rosa e um júri de pessoas comuns. O destino da criança foi parar nas mãos do juiz e ninguém, nem mesmo o diretor, sabiam por antecipação qual seria o resultado. Para não perder a emoção, o julgamento foi gravado direto, sem ensaio, e a emoção e tensão das atrizes era totalmente real. A mãe adotiva saiu vitoriosa.

Fatos:- Rita, matou Luciano porque ele tinha trazido desgraça para suas duas filhas, Andréa e Flor.

- Luciano era noivo de Andréa e engravida Flor. Depois se descobre apaixonado por Andréa, quando ela já estava casada com Marcelo.

- Luciano, ao encontrar Andréa sozinha em outra cidade e Flor dando a luz e renegando o filho (assumido por Andréa), não nega para Marcelo que o filho é dele com Andréa.

- A cicatriz no rosto de Andréa é resultado de um acidente provocado por Luciano, e dona Rita, mãe de Andréa, com raiva do ex-futuro genro, aparece no apartamento dele para exigir uma explicação, mas não agüenta e acaba atirando.- A mãe de Renato, Roberta, tia de Andréa era casada com Eugênio Montserrat, homem muito rico.

- Helena, rival de Roberta, decide ficar com Eugênio a qualquer custo, e mata Roberta, que estava grávida. A criança se salva, e Helena se casa com Eugênio, onde eles tem um filho, Marcelo Montserrat.

- Rita, irmã de Roberta, é casada com Felício e tem duas filhas, Flor e Andréa. Andréa é a cara da tia Roberta, assassinada por Helena, com exceção dos cabelos, já que Roberta era loura. Helena dificulta o romance de Marcelo e Andréa, pois sabe que ela é sobrinha da mulher que matou, e Andréa passa a usar a semelhança com Roberta a seu favor. Emprega-se na casa dos Monserrat como enfermeira de Tia Cora, e, usando uma peruca loura, provoca o caos na vida de Helena, chegando a deixa-la louca, pois Helena passa a acreditar que Roberta voltou para assombrá-la.

- A vinheta do "estamos apresentando": era uma roda de carro de corrida que girava sobrepondo-se a última cena apresentada.

- A abertura de Véu de Noiva era composta por uma bandeira de corrida, onde aparecia o nome dos atores. Era patrocinada pelo leite de magnésia “Philips”. Ao terminar o capítulo, entrava uma cena de corrida de automóveis e um vidro imenso do leite de magnésia ao lado.

- O tema de abertura era "Azimuth", do grupo Apolo VI, com autoria de Marcos Valle. Felício Madeira ( Gilberto Martinho ) em determinado capítulo desta novela é atropelado por uma kombi .Neste dia em que o capítulo foi ao ar , faltou luz em inúmeros bairros do Rio ,devido forte chuva ,acho .No dia seguinte o mesmo capítulo foi reapresentado.

-Meio surreal hoje ,não ? O piloto escocês de F1, Jackie Stewart, de passagem pelo Brasil, gravou uma participação especial. A novela teve uma versão mexicana, Velo de novia, em 1971, tendo os atores Julissa e Andres Garcia como Andréa e Marcelo. Em 2003, o produtor mexicano Juan Osorio resolveu reaproveitar o título e o nome da personagem principal numa nova novela, completamente diferente, o que faz com que algumas fontes a citem, erradamente, como um remake.

-A primeira trilha sonora da telenovela Global

VÉU DE NOIVA: Diversos Intérpretes (ver Participações Especiais) Característica:vocal e instrumentalGravadora:CBD/PhilipsProdutor:Nelson MottaFormatos:(LP/1969)

Primeiro disco: 1969

Observação:Trilha sonora da novela "Véu de Noiva", escrita por Janete Clair, dirigida por Daniel Filho, e transmitida pela Rede Globo. Esse foi o primeiro disco lançado com trilha de novela.

Ficha técnica do disco sem créditos aos músicos e arranjadores:

Baden Powell - acompanhando Márcia na faixa 4 - e Elis regina - junto ao conjunto de Roberto Menescal na faixa 5 - identificados pela autora desta Discografia. Não há créditos para eles nestas faixas.1. Véu de Noiva - TEMA DE LUCIANO - Luiz Eça2. Véu de Noiva - TELE TEMA - Regininha 3. Véu de Noiva - AZIMUTH - Apolo VI 4. Véu de Noiva - GENTE HUMILDE - Márcia5. Véu de Noiva - DEPOIS DA QUEDA - Roberto Menescal6. Véu de Noiva - IRENE - Elis Regina7. Véu de Noiva - ANDRÉA - Joyce8. Véu de Noiva - AZIMUTH - Apolo VI9. Véu de Noiva - TELE TEMA - Regininha e Laércio10. Véu de Noiva - IRENE - Wilson das Neves11. Véu de Noiva - ABERTURA - The Youngsters 12. Véu de Noiva - TELE TEMA - Claudio Roditi

-A abertura de Véu de Noiva tinha uma bandeira quadriculada daquelas de corrida de automóveis on de iam aparecendo o nome dos atores ; era patrocinada pelo leite de magnésia de Philips , no Rio .Quando terminava o capítulo entrava aquela cena de corrida de automóveis e um vidro imenso do leite de magnésia ao lado .

-O tema de abertura era AZIMUTH , MIL MILHAS , PELO GRUPO APOLO IV e autoria de Marcos Valle . Na verdade , ABERTURA dos Youngsters não era o tema da abertura da novela conforme a trilha sonora para quem não sabe , leva a acreditar . Outro grande tema romântico era " ´"I´LL CATCH THE SUN " ,encontrado somente em compacto simples , não está na trilha sonora original e a procura foi imensa na época .
 
-A trilha e o compacto que inclusive tem escrito ; tema de amor da novela "Véu de Noiva ".


CURIOSIDADES:

-Acidente desfigurou o rosto de Andréa...Sei que no livro nossa senhora das oito,diz q pela 1 vez houve uma cirurgia plástica na telenovela para retirar a cicatriz do rosto da Andréa e a famosa cicatriz permaneceu por muitos capitulos. A CICATRIZ NO ROSTO DE ANDREA FOI CAUSADO POR...RITA (ANA ARIEL) MATOU LUCIANO (GERALDO DEL REY) PORQUE ELE TINHA TRAZIDO DESGRAÇA PARA SUAS DUAS FILHAS, ANDREA (REGINA DUARTE) E FLOR(MYRIAN PERSIA).ERA NOIVO DE ANDREA E ENGRAVIDA FLOR. DEPOIS SE DESCOBRE APAIXONADO POR ANDREA QUANDO ELA JÁ ESTAVA CASADA COM MARCELO. LUCIANO, AO ENCONTRAR ANDREA SOZINHA EM OUTRA CIDADE, E FLOR DANDO A LUZ E RENEGANDO O FILHO (ASSUMIDO POR ANDREA), NÃO NEGA PARA MARCELO QUE O FILHO É DELE E DE ANDREA. A CICATRIZ NO ROSTO DE ANDREA É RESULTADO DE UM ACIDENTE PROVOCADO POR LUCIANO POIS ANDREA, NO DIA DE SEU CASAMENTO DESCOBRE QUE O NOIVO É APAIXONADO POR SUA IRMÃ E QUE FLOR ESTÁ GRAVIDA. FOI DEMAIS PARA DONA RITA, MÃE DE FLOR E ANDREA. ELA VAI ATÉ O APARTAMENTO DE LUCIANO TENTAR CONVERSAR MAS NÃO AGUENTA E ATIRA NELE.

A primeira novela da globo que marcou o estilo Realismo. Até então, só havia o romantismo, novelas de época. Uma época em que os valores eram outros, realmente, indescritível.


BASTIDORES:

Influenciada pelo sucesso de Beto Rockfeller, a direção da Rede Globo constatou que era hora de optar por tramas mais modernas e arejadas. Com isso, na mesma época em que Emerson Fittipaldi despontava nas pistas de corrida, Janete Clair assumia sozinha a história da jovem humilde que se apaixona por um corredor de automóveis, dando adeus aos dramalhões supervisionados por Glória Magadan. O mundo de castelos, masmorras, calabouços, galeões espanhóis da Sra. Magadan foi substituído por imagens de um Rio de Janeiro luminoso, casa de campo em Petrópolis, autódromos movimentados. Hoje isso tudo pode parecer banal, mas em 1969 era moderníssimo!

A publicidade da época explicava o fato: "Em Véu de Noiva tudo acontece como na vida real. A novela verdade". Acrescentava ainda uma referência à estréia de Regina Duarte na TV Globo: "Só mesmo Andréa traria Regina Duarte para a Globo". A escalação da atriz foi mais um esforço da emissora em conquistar o público de São Paulo, ao trazer para seus quadros uma atriz paulista de grande sucesso.

A inspiração veio de um anúncio publicado num jornal carioca: "Vende-se um véu de noiva". Foi escrita anteriormente pela própria Janete para a Rádio Nacional.

José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, então executivo da Rede Globo na época, reagiu inicialmente quando soube que o tema da novela seria a corrida de Fórmula 1, receoso de que o tema afugentasse o público tradicional das novelas. "Mantenho o melodrama que o povo gosta com uma imagem mais brasileira e atual", foi a convincente resposta de Daniel Filho.

Por volta do trigésimo capítulo, Geraldo Del Rey pediu pra sair da trama. Havia sido convidado a trabalhar na TV Tupi. Foi quando Janete Clair iniciou a longa série de assassinatos famosos com o: "Quem matou Luciano?". O assassino era a personagem de Ana Ariel. Assim a saída do ator não criou nenhum problema, muito pelo contrário, serviu para criar um bordão.

Naquela mesma época, Dias Gomes escrevia Verão Vermelho para o horário das dez.

Nessa novela, Paulo Goulart era um médico que, acusado de charlatanismo, fugia da cidade em que morava. Enquanto isso, em Véu de Noiva, Flor, personagem de Myrian Pérsia, descobria-se grávida de Luciano, mas não queria assumir o filho sozinha. Então resolveu abandonar a criança, que ficou sob a guarda de Andréa. Algum tempo mais tarde, Flor se casava com outro homem, que queria ter filhos. Mas ela suspeitava que não podia mais engravidar devido a complicações no nascimento do primeiro filho.

Incerta, procurava um médico que pudesse lhe dar a confirmação definitiva de sua esterilidade, em busca de um tratamento salvador. Foi assim que Dias Gomes e Janete Clair combinaram que as duas novelas se encontrariam, e escreveram capítulos de tal forma que, ao procurar o médico charlatão, Myrian Pérsia acabou aparecendo também na novela das dez. Ao ouvir a confirmação de que não poderia mais ter filhos, ela resolve pedir o seu de volta. A partir deste momento, a novela começou a girar ao redor da disputa das duas irmãs. Com quem ficaria a criança? Com a mãe adotiva ou com a mãe verdadeira, que a abandonara.

A disputa de Regina Duarte e Myrian Pérsia pela guarda da criança começava a mobilizar o país. Na novela, o caso foi parar na justiça, e Daniel Filho, o diretor da trama, teve a idéia de realizar um julgamento de verdade em cena. Solicitou a um juiz de verdade, Eliézer Rosa, que armasse um júri. E os destinos da novela foram parar nas mãos do juiz. Ninguém, nem a autora, nem os atores e nem o próprio diretor sabiam por antecipação qual seria o resultado, o fim da novela. Para não perder a emoção, o julgamento foi gravado direto, sem ensaio. A tensão das atrizes era, portanto, totalmente real. Por fim, ganhou a mãe adotiva.

A novela, uma explosão de audiência no país, foi uma espécie de tiro no escuro, que deu muito certo. Nada era rigorosamente pré-definido, valia qualquer coisa para fazer da novela um grande sucesso. O personagem interpretado por Myrian Pérsia dividiu as opiniões femininas das mulheres de 1969, que não se consideravam capazes de julgá-la, já que na época, ser mãe solteira era considerado desonra.

"Para falar a verdade, comecei a gostar de fazer novela com Véu de Noiva", conta Daniel Filho em sua biografia Antes que me Esqueçam.

Com diálogos curtos e linguagem coloquial, Véu de Noiva inovava ao mostrar as belezas naturais do Rio de Janeiro, os lugares da moda, boates e bares do bairro de Ipanema. Janete Clair misturava personagens de ficção e gente famosa, como o poeta Vinícius de Moraes e o cronista Carlinhos de Oliveira, o que despertou o interesse do público jovem.

Com essa novela Janete Clair implantou as tramas paralelas, hoje recorrentes (e essenciais) em qualquer texto de novela. "Foi em Véu de Noiva que descobri que uma história, para ser um pouco mais longa, não poderia depender exclusivamente da linha principal. Com muito medo desenvolvi algumas tramas paralelas em Véu de Noiva e senti, então, como elas ajudavam a passar outros dados e emoções, além de descarregarem muito a tensão da história principal", recordou a autora numa entrevista em 1979.

O personagem de Cláudio Cavalcanti, o desarticulado Renato Madeira, ganhou importância na trama por conta do desempenho do ator. O papel foi idealizado por Daniel Filho com base em personagem epiléptico vivido no cinema pelo ator colombiano Lou Castel em Pugni in Tasca (1965). Como prêmio, o ator ganharia um dos personagens centrais da próxima novela de Janete Clair, Irmãos Coragem.

O piloto escocês de Formula-1 Jackie Stewart, de passagem pelo Brasil, gravou uma participação especial na novela.

Esta foi a primeira novela a ter músicas especialmente compostas para sua trilha sonora, produzida por Nelson Motta. Um grande sucesso foi Teletema, interpretada pela cantora Regininha. Irene, canção que Caetano Veloso fez antes de partir para o exílio na Inglaterra, foi gravada por Elis Regina exclusivamente para a novela. Chico Buarque, também exilado, enviou da Itália Gente Humilde, que compôs em parceria com Vinícius de Moraes.

Sobre a canção Irene, Nelson Motta narrou em seu livro Noites Tropicais:"Precisávamos também de uma bela música para a personagem Lúcia, de Betty Faria, e estava difícil. Foi quando ouvi na Philips a recém-chegada gravação que Caetano Veloso tinha feito de Irene na Bahia, antes de partir para o exílio. Era sofrida e lindíssima, só com Gilberto Gil acompanhando no violão, gravada num estudiozinho baiano. A música era tão boa que não foi difícil convencer Daniel Filho a ligar para Janete Clair e pedir que ela trocasse o nome do personagem de Betty para Irene."

Daniel Filho lembra que pela primeira vez se lançou um disco com a trilha de uma novela. Segundo ele, essa foi uma grande jogada de marketing, porque um produto promovia o outro, numa época em que a TV Globo não tinha ainda a hegemonia do mercado televisivo brasileiro.

Estréia 10 de novembro de 1969 a 27 de junho de 1970
221 capítulos
novela de Janete Clair
direção de Daniel Filho




TRAMA:

A história tinha como ponto de partida um noivado desfeito no dia do casamento, quando Andréa descobre que o noivo, Luciano, está apaixonado por sua irmã, Flor. Desiludida, foge de todos encontrando o verdadeiro amor nos braços de Marcelo Montserrat, um corredor de automóvel, às voltas com Irene, mulher irônica e despojada.

Flor descobre-se grávida de Luciano, mas não quer assumir o filho sozinha por vergonha de ser mãe solteira. Então resolve abandonar a criança, que ficou sob a guarda de Andréa. Algum tempo depois, Flor se casa com outro homem, que queria ter filhos. Ao ouvir a confirmação de um especialista de que não poderia mais ser mãe, ela resolve pedir o seu de volta. A partir deste momento, a novela começa a girar ao redor da disputa das duas irmãs. Com quem ficaria a criança? Com a mãe adotiva ou com a mãe verdadeira, que a abandonara.



ELENCO:

REGINA DUARTE - Andréa / Roberta / Maria Célia
CLÁUDIO MARZO - Marcelo Montserrat
MYRIAN PÉRSIA - Flor
GERALDO DEL REY - Luciano
BETTY FARIA - Irene
CLÁUDIO CAVALCANTI - Renato Madeira
JOSÉ AUGUSTO BRANCO - Sérgio
ÊNIO SANTOS - Eugênio
GLAUCE ROCHA - Helena
PAULO JOSÉ - Zé Mário
CARLOS EDUARDO DOLABELLA - Armando
DJENANE MACHADO - Maria Eduarda
GILBERTO MARTINHO - Felício
ANA ARIEL - Rita
NEUZA AMARAL - Lurdes
ÁLVARO AGUIAR - Dr. Albertini
OSWALDO LOUREIRO - Chico
SUZANA FAINI - Dulce
IDA GOMES
EMILIANO QUEIRÓZ - Tomaz
ZILKA SALABERRY - Tia Cora
DARLENE GLÓRIA - Leda
SUZANA DE MORAES - Vera
PAULO GONÇALVES - Seu Lorena
LOURDINHA BITTENCOURT - Olga
JORGE CHERQUES - Wilson
ROGÉRIO FRÓES
MARY DANIEL - Mariana
MIRIAN PIRES - Mariana
LÍCIA MAGNA
ROBERTO ARGOLLO - Arnaldinho
JÚLIO GARCIA
AGNES FONTOURA
ZENI PEREIRA
JORGE COUTINHO
JÚLIO CÉSAR - Antônio Lopes

3 comentários:

cacau disse...

Quando esta novel estreiou eu estava com cinco anos e lembro-me de assistir com minha avó que faleceu esta semana.Aprendi a gostar de novelas assistindo Regina Duarte e ou admiradora de seu talento.Este blog trouxe a tona a história que tanto marcou minha vida.Parabéns

Mada disse...

um blog encantador,lindo Parabéns

Natasha disse...

Regina Duarte voce será eterna namoradinha do Brasil!!!!
Amo o seu trabalho!!!
Uma das melhores atrizes do Mundo,sempre interpretando os papéis principais das novelas com muito talento
bjssssss tudo de bom e muito sucesso